Sukha

Sukha é uma palavra sânscrita e pali que significa um estado de profundo bem estar, natural de uma mente saudável e equilibrada, que independe das circunstâncias externas. Poderíamos traduzir por felicidade genuína, mas quando usamos palavras comuns para designar coisas incomuns, corremos o risco de perder a riqueza do termo. Então, neste caso, ficará assim: sukha.

A primeira vez que ouvi falar desse assunto foi numa palestra do Professor Alan Wallace, a dois quarteirões da minha casa, aqui em São Paulo, em 2005. Era a primeira vez que ele vinha ao Brasil, a convite do querido Lama Padma Samten, e estava lançando o livro “Genuine Happiness” (que dez anos depois foi lançado em português – Felicidade Genuína). Fiquei encantada com tudo – com ele, com o tema, com a clareza e riqueza do que ele falava e com a sorte de ter ido!

Hoje entendo que esse estado de bem estar, de conforto, de relaxamento existencial, que não tem nada a ver com dar risada o tempo todo,  é o que todos nós buscamos, é pelo que verdadeiramente ansiamos. Mas por confusão, por pressa, por desatenção, acabamos nos contentando com imitações baratas, tentando controlar tudo à nossa volta, tentando fazer a vida, por fim, dar certo – como se fosse possível! É isso o que aprendemos na escola, o que nossos pais aprenderam, os pais dos nossos pais aprenderam. E seguimos tentando… tentando de outro jeito… e de outro…

Mas esse caminho de cultivar o coração está aí! Disponível! Maravilhoso! Muitos mestres estruturaram tudo isso para nós, de muitas formas diferentes. O meu fez assim:

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